terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Boa Vida - letra Cazuza

Eu nunca mais quero outra vida
É, eu ando um bocado mudado
Eu nunca mais quero outra vida, eu não
Olha só como eu tô bem tratado
É que os tempos mudaram
E agora eu ando muito bem acompanhado
(É, eu ando, sim)


Eu nunca mais quero outra vida
Jogado na rua feito um vira-lata
O amor um dia chega, irmão
Mesmo pr’um cara pirado
Que só sabe ficar bebendo pinga
Cantando rock, contando vantagem


Agora a gente só vive grudado
Pela rua aos beijos e abraços
Todo mundo repara
E mesmo os meus amigos mais canalhas
Me dão razão quando eu falo


Que eu nunca mais quero outra vida
Me machucar pela pessoa errada
O amor tem cartas já marcadas
E eu nunca tive vocação pra otário
É, os tempos mudaram
E agora eu ando muito bem acompanhado

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Presente de Grego: Porquê música?

Presente de Grego: Porquê música?: "Buscando algumas respostas, na web, para perguntas que me surgem sem explicação e sem motivos aparentes, cheguei ao texto abaixo que achei i..."

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Porquê música?

Buscando algumas respostas, na web, para perguntas que me surgem sem explicação e sem motivos aparentes, cheguei ao texto abaixo que achei interessante:



Porquê a música?

Perguntar-me o porquê da música seria exactamente o mesmo que perguntar-me o porquê da escrita. A música tem um poder que ultrapassa o ser humano, e apesar de ser o ser humano a criá-la este não a pode dominar, ou pelo menos, não o poder que a música tem.

Custe ou não admitir, a música é a arte que está por cima de todas as outras, pelo simples facto, de que toda a gente gosta de música. Tem a facilidade de moldar o nosso estado de espírito, fazendo com que este dependa da música, nem todos temos a capacidade e a percepção necessárias para entender o que digo, mas todos a sabemos reconhecer, e o magnetismo que esta tem. Melodias transportam-nos, desde sempre, desde a infância. Gostos aparte, mas a música sempre, não tem idade, não se escolhe perante o meio social ou a cor da pele, todos temos acesso a esta arte, e muitas vezes é esta a única arte que nos reconforta, que se transforma em nossa companhia. Por isso, vás onde vás, e encontres quem encontrares, sabes que terás sempre algo em comum com o resto do mundo, a música é o único e verdadeiro elo de união entre as civilizações, entre os tempos. Abrange até os animais, que de alguma forma, também não ficam indiferentes a esta arte. E é por isso que acredito, que todos os segredos que se escondem durante os tempos, que fazem uma historia silenciosa, secreta e calada, irão todos dar à música, se esta nos une.

É por isso que eu, que me posso gabar de sensibilidade, não só para com a música senão com todas as outras artes, que a sinto de forma deveras especial, atrever-me-ia a dizer única, mas sei que deve haver por aí muitas outras sensibilidades que ultrapassam a minha, descrever a sua energia, nem sempre está ao alcance da minha eloquência, porque uma coisa é explicar sentimentos e outra é explicar sensações, faz-se muito mais complicado. O que sei descrever, é que a música se apodera da minha alma, me bloqueia o pensamento, fazendo da música a minha forma de pensar. E posso ser quem eu quiser… Liberto-me de tudo o resto, dizer que a música nos liberta não é acaso, nem palavras que juntas soam bem, é uma verdade, limpa-nos a alma, acaba a canção e somos pessoas novas, rejuvenescidas, o resto ficou para traz.

Porquê a música?

Porque a música é a força quase divina, que encerra em si o poder da libertação da alma, e do corpo.



Publicada por Cherry Blossom Girl em 07:04





sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Presente de Grego: ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!! (SHOW DO MINISTRO BRA...

Presente de Grego: ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!! (SHOW DO MINISTRO BRA...: "Retirei este texto de um email que recebi. Não posso atestar que de fato aconteceu o que esta escrito, todavia pouco importa. O que interess..."

ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!! (SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS)

Retirei este texto de um email que recebi. Não posso atestar que de fato aconteceu o que esta escrito, todavia pouco importa. O que interessa é que a mensagem é extremamente importante e “apaixonadamente” cristã. Segue:

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:



"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."

"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.


"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!


DIZEM QUE ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS. AJUDE A DIVULGÁ-LA, SE POSSÍVEL FAÇA TRADUÇÃO PARA OUTRAS LÍNGUAS QUE DOMINAR.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Música e saúde

A idéia de que a música afeta a saúde e o bem-estar das pessoas já era conhecida por Aristóteles e Platão. Somente na segunda metade do século 20, porém, os médicos conseguiram estabelecer uma relação entre a música e a recuperação de seus pacientes.

No final da Segunda Guerra Mundial, músicos foram chamados para tocar em hospitais como forma de auxiliar o tratamento dos feridos. Como a experiência surtiu resultados positivos, as autoridades médicas dos Estados Unidos decidiram habilitar profissionais para utilizar criteriosamente a música como terapia. O primeiro curso de musicoterapia foi criado em 1944, na Universidade Estadual de Michigan.

A música pode representar mais que uma habilidade para tocar um instrumento ou cantar. Pode ser um instrumento de saúde, desenvolvendo potenciais, atuando na prevenção ou no tratamento de questões como o estresse. A musicoterapia é uma modalidade que pode ser usada individualmente, em família ou em grupo.

Por meio dos sons, podemos tocar outras instâncias. É o que mostra a musicoterapia, ao buscar desenvolver potenciais, restaurar funções de saúde do indivíduo através de reabilitação, prevenção ou tratamento.

”É uma modalidade de trabalho que se utiliza da música e de elementos constituintes da música numa relação terapêutica para ajudar a pessoa a atender as suas necessidades. Destina-se a pessoas que têm alguma deficiência, algum distúrbio psíquico como depressão, autismo, esquizofrenia, assim como a atendimentos geriátricos ou pessoas que buscam auto-desenvolvimento”




Pesquisas revelaram que:

As ondas sonoras provocam movimento do protoplasma celular; sementes estimuladas musicalmente possuem traços aprimorados… A música afeta o nível de vários hormônios, inclusive o cortisol (responsável pela excitação e pelo estresse), testosterona (responsável pela agressividade e pela excitação) e a oxitocina (responsável pelo carinho). Assim como as endorfinas, a serotonina (neurotransmissor que faz a comunicação entre os neurônios).

O treinamento musical favorece o desenvolvimento cognitivo, atenção, a memória, a agilidade motora, assim como cria uma experiência unidade entre linguagem, música e movimento. Pitágoras dava à terapia pela música o nome de purificação. Sua música curativa se propunha a equilibrar as quatro funções básicas do ser humano: “Pensar, sentir, perceber e intuir”.

“A música responde a uma fonte poética de criatividade através de um cérebro que ressoa em resposta às solicitações de um cosmos que fala a ele.” O fato de geralmente encontrarmos acordes e intervalos consonantes em diferentes culturas musicais parece ser causado, portanto, uma tendência herdada dos mamíferos de preferirem tais combinações sonoras (consonantes).

Se considerarmos apenas a influência do ambiente e da tradição, torna-se por outro lado difícil imaginar de que modo um aspecto tão específico como as relações sonoras harmônicas pôde se desenvolver de maneira tão independente em diferentes culturas musicais através dos tempos, assim como em ratos sem treinamento prévio – e tudo ao acaso.

Esse fato implica que deve existir alguma predisposição neurobiológica que faz com que determinadas combinações sonoras some de um jeito especial ao ser humano. Quando as ondas sonoras alcançam o ouvido, o tímpano é acionado como uma membrana microfone, vibrando com a freqüência do som.

As vibrações são transmitidas através dos ossículos do ouvido médio para a cóclea e, então, movimentam as fibras de uma membrana que está no interior da cóclea.

Essa membrana (basilar) é composta de “cordas” transversais, entrelaçadas, cada uma afinada com uma freqüência/altura específica. Devido às leis da ressonância e da estrutura da membrana, as vibrações da membrana (deslocamento) serão maiores na “corda” que está afinada com a freqüência em questão. Cada nota terá uma localização específica ao longo da membrana – da mesma forma como as cordas de uma harpa ou de um piano.

As “cordas” no ouvido interno são acionadas pela ressonância, de um modo bastante semelhante ao que ocorre quando se levanta a tampa do piano e se grita no seu interior, enquanto se aperta o pedal direito; o piano “responde” com um som fraco correspondente à altura do grito devido às vibrações (ressonância) nas cordas afinadas com o grito.

Texto retirado do site:
http://www.gnosisonline.org/misterios-da-musica/musica-e-saude/

 
 
Ensaio do Presente de Grego
 

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Presente de Grego: Cultura

Presente de Grego: Cultura: "Hoje é dia 05 de novembro, o dia da cultura e do cinema. Dia de se pensar em como anda a cultura nossa de cada dia, dia de pensar no cinema,..."

Cultura

Hoje é dia 05 de novembro, o dia da cultura e do cinema. Dia de se pensar em como anda a cultura nossa de cada dia, dia de pensar no cinema, a grande janela de nossas vidas, por onde nos vemos ou nos imaginamos em universos próximos ou distantes.

Pensando nisso o Madison Plaza apresenta a seus clientes a 1ª semana da cultura com muitas atividades para encher de vida nosso quarteirão de lojas. O Samba de Roda será representado pelo Grupo Vivavós que resgata as cantigas de samba e ijexas de grandes compositores baianos, o samba reggae vem representado pela banda do Instituto de Cegos da Bahia, ainda contaremos com capoeira, exposição de artistas plásticos, voz e violão, sarau de poesias, troca solidária de livros e uma programação especial da TrenchTown Rockstore.

Para os fanáticos por cinema a Trench apresenta a sua primeira exibição de filmes com desconto rápido em artigos relacionados, ou seja, durante todo o dia 06 de novembro (sábado) serão exibidos grandes clássicos do cinema nacional e mundial quando ao mesmo tempo todos os artigos da loja vinculados ao tema estarão com desconto de 20%, desde posters a camisas passando por miniaturas e bolsas de vinil.

Para finalizar em grande estilo a semana da cultura do Madison apresentamos a 1ª Jam da Trench trazendo artistas de referência do cenário independente baiano para um bate-papo sonoro, onde serão refletidas as influências de cada músico, seja interpretando clássicos ou criando algo novo. São eles: Fabinho (Radiola), Ricardo Reina (Folha de Chá), Diego Andrade (Hajoe), Weider Régis (Hajoe), Maurício Pedrão (Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta), Lucas Pondé (Los Baganas), Tico Marcos (Radiola) e Alan Abreu (Radiola). Essa turma de peso promete muito som a partir das 18hs na varanda da Trench. Portanto não tem desculpa, o caminho para pensar o cinema e a cultura é no Madison Plaza com parada oficial na TrenchTown Rockstore.

Saiba mais no: www.trenchtownrockstore.blogspot.com



Programação da 1ª Semana da Cultura do Madison Plaza:



Dia 05/11 (Sexta)

17h às 19h - Voz e Violão

19h às 20h - Sarau de poesias

20hs - Roda de Capoeira/Dança das Baianas



Dia 06/11 (Sábado)

10h - Banda Infantil do Instituto de Cegos da Bahia

16h às 18hs - Grupo Viva Voz canta Samba de Roda e Ijexas

10h às 18h na Trench - Exibição de filmes com desconto rápido

18hs - Jam na Trench com músicos da cena independente



E mais:

*Exposição de artistas plásticos

*Projeto Livro Pelegrino: Leia, troque e doe livros usados



Madison Plaza - Rua Pernambuco, nº81, Pituba, Salvador - BA (em frente à praça N. Senhora da Luz)

Contato: TrenchTown Rockstore (71) 3015-0097

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Presente de Grego: A Intolerância

Presente de Grego: A Intolerância: "Ao ler o jornal de hoje fiquei “surpreso” com a noticia de uma jovem estudante de direito (assim imagino), paulista chamada Mayara Petruso. ..."

A Intolerância

Ao ler o jornal de hoje fiquei “surpreso” com a noticia de uma jovem estudante de direito (assim imagino), paulista chamada Mayara Petruso. Segundo o jornal, Correio da Bahia, a jovem incentivou no twitter o assassinato de nordestinos. Esta senhora fez comentários preconceituosos aos nordestinos. Mas como nos dias de hoje???

O motivo??? - O povo nordestino votou no PT. Então quem no nordeste votou no PT ou no PSDB para esta moça é: gente pequena, burra, analfabeta e deve morrer??? Mas isto não é fascismo??? Isto não é Intolerância??? Então como podemos confiar nesta futura advogada que decreta a pena de morte??? Mas no Brasil já tem pena de morte???? !!!

...intolerância!!!

Mas ainda assim saio em defesa desta criatura!!! Afinal somos um país jovem. Não temos ainda experiência com a democracia, com a liberdade. Aliais foi o comentário do Governado da Bahia, do PT: “- Alguns usam a liberdade de forma lamentável”. Verdade. Parabéns pelo comentário Senhor Governador do Bahia. A jovem Mayara deve ser uma jovem triste, sozinha com nível baixo de auto-estima, enfim...

Amigos, se vocês conhecem esta estudante de direito através do facebook, pois ela também publicou: “-Dêem direito de voto pros nordestinos e afundem o país de quem trabalhava para sustentar vagabundos que fazem filhos pra ganhar o bolsa 171”, digam pra ela passar uns dias na Bahia (na praia, conhecer nossa gente, comer nossa comida, conhecer nossa cidade...). Digam pra ela que será bem vinda. Pois quando ela chegar à Bahia estará retornando a suas origens. O Brasil começou na Bahia.

Costumo dizer para os amigos que no Brasil tudo de bom e tudo de ruim começou aqui, na Bahia de todos!!!



André Lima

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Qual foi o primeiro cantor ou grupo de rock brasileiro?

Antes que existisse no Brasil gente desse tipo, já havia aqui gravações do gênero. A primeira foi uma cover de "Rock Around the Clock", o hit de Bill Haley and His Comets que espalhou o rock’n’roll pelo planeta. A tal cover - intitulada "Ronda das Horas", mas com a letra original em inglês - foi gravada em outubro de 1955 por Nora Ney, especialista em sambas-canção.



Dois discos de 1957 disputam o título de primeiro rock totalmente composto no Brasil. Segundo o especialista Marcelo Fróes, em seu livro Jovem Guarda - Em Ritmo de Aventura (2000), a honra cabe a "Rock and Roll em Copacabana", de Miguel Gustavo, autor da marchinha "Pra Frente, Brasil", que embalou a seleção de futebol na Copa de 1970. "Rock and Roll em Copacabana" foi gravada por ninguém menos que Cauby Peixoto e lançada em maio de 57. Porém, no mesmo mês, a veterana pianista Carolina Cardoso de Menezes soltou seu "Brasil Rock". Até onde se sabe, a gravação de Cauby foi em janeiro e a de Carolina em março, mas é impossível precisar qual das canções foi composta primeiro.



O fato é que nenhuma dessas pessoas se especializou em rock, apenas tiveram incursões esporádicas pelo ritmo. Assim, os títulos de primeiro cantor e de primeiro grupo de rock do país cabem a Betinho e Seu Conjunto, que gravaram, em abril de 1957, "Enrolando o Rock", composto pelo líder da banda em parceria com Heitor Carillo. Alberto Borges de Barros, o Betinho, era filho de Josué de Barros, o descobridor de Carmen Miranda - e pode ser visto, com Seu Conjunto, interpretando "Enrolando o Rock" no filme Absolutamente Certo (1957), de Anselmo Duarte, um clássico da chanchada.

por José Augusto Lemos
Jornalista, ex-diretor de redação da revista Bizz
Texto retirado do site: http://mundoestranho.abril.com.br/cultura/pergunta_286909.shtml

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Primeira Musica Gravada no Brasil

Historia!!!! Olhando para o passado podemos entender e explicar quem somos. Mais ainda, poderemos construir o nosso futuro conscientemente !!!

Verifique:
http://www.youtube.com/watch?v=iUqorvESjQI&feature=player_embedded

sábado, 16 de outubro de 2010

Origem do Rock

Rock é um termo abrangente que define o gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1950. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos da América no final dos anos quarenta e início dos cinqüenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o gospel, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era "rápida, dançável e pegajosa".


                        DJ Alan Freed, que muitos dizem ser o criador do termo “Rock and Roll”:


No final da década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.

O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgão, piano, ou, desde a década de 1970, sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita (estilo blues) são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua "forma pura", o rock "tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante".

A maioria dos grupos de rock são constituídos por um vocalista, um guitarrista, um baixista e um baterista, formando um quarteto. Alguns grupos omitem uma ou mais destas funções e/ou utilizam um vocalista que toca um instrumento enquanto canta, às vezes formando um trio ou duo; outros ainda adicionam outros músicos, como um ou dois guitarristas e/ou tecladista. Mais raramente, os grupos também utilizam saxofonistas ou trompetistas e até instrumentos como violinos com cordas ou cellos.

Texto retirado do: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rock

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O rock brasileiro da década de 80


Também considerado por muitos como pop rock nacional dos anos 80, foi um movimento musical que surgiu já no início da década. Ganhou até mesmo um apelido, o BRock, dado por Nelson Motta. É caracterizado por influências variadas, indo do new wave, passando pelo punk e o próprio conteúdo pop emergente do final da década de 70. Ainda assim, em alguns casos, tomou por referência ritmos como o reggae e a soul music . Suas letras falam na maioria das vezes sobre amores perdidos ou bem sucedidos, não deixando de abordar é claro algumas temáticas sociais. O grande diferencial das bandas deste período era a capacidade de falar sobre estes assuntos sem deixar a música tomar um peso emocional ou político exagerados. Fora a capacidade que seus integrantes tinham de falar a respeito de quase tudo com um tom de ironia, outra característica marcante do movimento. Outra particularidade típica foi o visual próprio da época; cabelos armados ou bastante curtos para as meninas, gel, roupas coloridas e extravagantes para os meninos e a unissexualidade de tudo isso, herança direta do Glam Rock de Marc Bolan, David Bowie e seus discípulos, como o Kiss e The Cure.

Tudo começou com o surgimento de bandas como a Gang 90 e as Absurdettes, seguida por sua contrapartida carioca, a Blitz e seu grande sucesso "Você não soube me amar", de 1982, tendo integrantes como Lobão, Evandro Mesquita e Fernanda Abreu, artistas em voga até hoje. O sucesso iminente dessas bandas impulsionou o lançamento de produtos infantis como revistas em quadrinhos e álbuns de figurinhas, tamanha a popularidade obtida com este público específico. O auge da Blitz aconteceu em 1985, no show do Rock in Rio. Liderada por Evandro Mesquita, a banda tinha como característica marcante as performances teatrais no palco, que se tornaram grandes brincadeiras responsáveis pela animação coletiva do público que comparecia aos shows. Mas não eram apenas apresentação musicais: envolviam música e muita interpretação, o que tornaria o show da banda um referencial de espetáculo para os músicos que começavam a surgir. O sucesso da Blitz foi a porta de entrada para outras bandas que ensaiavam escondidas em suas garagens.

Em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Brasília pipocavam bandas no início dos anos 80. No sudeste do país, o Rio de Janeiro revelou vários conjuntos. Os shows no “Circo Voador”, local que se tornou o berço de várias bandas que estouraram naquela época, revelaram Paralamas do Sucesso, Kid Abelha e Os Abóboras Selvagens, Gang 90 e as Absurdettes, Barão Vermelho, entre outras. Destas, as que tiveram mais destaque (e continuam tocando e fazendo relativo sucesso até hoje) são os Paralamas, Kid Abelha e Barão Vermelho.

Texto na integra no site:

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Rock_brasileiro_na_d%C3%A9cada_de_1980



.. texto retirado do site www.wikipedia.org






Presente de Grego: Um pensamento, um ensinamento...

Presente de Grego: Um pensamento, um ensinamento...

Um pensamento, um ensinamento...

“O homem comum acha a vida, como ela é, muito

desinteressante. E creio que conheço a razão...

É que ele está sempre esperando por algum

acontecimento, em vez de arregaçar as mangas para

fazer as coisas acontecerem”.


Alan Alexander Milne

domingo, 3 de outubro de 2010

História - Primeira musica gravada no Brasil

O compositor Xisto de Paula Bahia, nascido em Salvador, compôs a primeira música brasileira a ser gravada, em 1902, o lundu 'Isto é Bom'. O cantor fez sucesso durante o Segundo Reinado, musicando o poema de Plínio de Lima, 'Ainda e Sempre'.

Xisto, com sua voz de barítono, iniciou sua carreira como corista em Salvador. Ele nunca estudou formalmente música, compondo de maneira intuitiva, autodidata. Ele foi considerado pelo escritor romântico Arthur de Azevedo como o 'maior ator nacional que tivemos', em referência às comédias que escreveu e também protagonizou. O sucesso sempre esteve com ele, em todas as atividades artísticas em que se envolveu.

O intérprete da canção, Bahiano, o Manuel Pedro dos Santos, nasceu em Santo Amaro da Purificação e foi o primeiro cantor profissional do país, além de também ter gravado o primeiro disco brasileiro. Bahiano também era especializado em modinhas e lundus, que cantava acompanhando com o violão, e conseguiu seu lugar definitivo na história da música popular brasileira, e especialmente do samba, com a gravação de 'Pelo Telefone', em 1917. A música é considerada o primeiro samba a ser gravado no Brasil, segundo o Wikipedia.

O lundu, de acordo com o Clique Music, foi o primeiro ritmo afro-brasileiro. É baseado em batuques, com muita malemolência, e acompanhamento de bandolins. Foi o primeiro gênero a fazer fusão entre elementos da música branca e da música negra. Xisto Bahia foi o grande nome do ritmo e 'Isto é Bom' é um de seus expoentes.

Texto retirado do site: http://qstress.blogspot.com/2008/09/xisto-bahia-primeira-msica-gravada-no.html

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Artistas mais tocados - site do sonora terra

Rock internacional

1o. Coldplay  
2o. U2           
3o. Queen     

Rock Naconal

1o. Skank
2o. Legião Urbana
3o. Charlie Brown Jr.

Fonte: http://sonora.terra.com.br/#/mais-tocados/artistas/40/rock_nacional

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

40 anos sem Hendrix

No dia 18 de setembro de 2010 completam-se 40 anos da morte do maior guitarrista de todos os tempos. Jimi Hendrix nasceu em Seattle como Johnny Allen Hendrix e depois foi renomeado por seu pai como James Marshall Hendrix. Logo cedo se interessou pela música e brincava com vassouras que em suas mãos viravam guitarras elétricas. Seu pai "Al" foi um grande incentivador e comprou seus primeiros 3 instrumentos, um Ukelele, uma guitarra acústica e sua primeira guitarra elétrica. Em 1958 (aos 16 anos) Hendrix juntava-se a sua primeira banda, os Velvetones. Porém, 3 meses após já estava partindo em busca de outros interesses. Em 1961 Jimi saiu de casa para servir o exército e foi parar na divisão aérea como pára-quedista (imaginem). Enquanto servia o exército Jimi formou os The King Casuals com o baixista Billy Cox, que viria a ser grande parceiro musical. Após sair do exército por um acidente num salto de pára-quedas Hendrix enveredou de vez para o lado da música trabalhando como guitarrista. Nesta fase levava o nome artístico de "Jimmy James" e chegou a tocar com Tina Turner e Little Richard. No final de 1965 partiu para a carreira solo fundando o Jimmy James e os Blue Fames, assumindo guitarra solo e vocal. Nesta ocasião conheceu a pessoa que o levaria a Inglaterra, o então baixista Chas Chandler que tocou alguns vezes com Jimi no Jimmi James. Chandler foi peça chave na carreira de Hendrix, pois visualizou o que seria a fusão do seu estilo com o rock britânico da época, assumiu o cargo de produtor e convenceu Jimi a ir com ele para Londres montar um novo projeto, o Jimi Hendrix Experience. Junto com Mitch Mitchel (baterista) e Noel Redding (baixista) Hendrix criou o álbum que seria um divisor de águas da música mundial. O "Are you Experience" permanece um dos álbuns mais populares de todos os tempos, com obras primas como “Purple Haze”, “The Wind Cries Mary”, “Foxey Lady”, “Fire” e “Are you Experienced?”. Com a base rítima dos britânicos Hendrix ainda gravou Axis: Bold as Love (1968) e o duplo Electric Ladyland (1968).

No início de 1969 Jimi já era um sucesso no mundo inteiro e claro, um megastar nos EUA. Após haver fundado sua própria editora em Nova Yorque chamada Electric Lady Studios Hendrix viu o Experience terminar, sua vida estava muito cansativa, com muitos compromissos de estúdio e muitos shows marcados, porém o lema era sempre em frente.

O show no Woodstock (agosto de 1969) apresentou um Jimi mais seguro musicalmente, emocionalmente e claro, em busca de um novo som com uma nova banda chamada Gipsy Sun & Rainbow, com Jimi Hendrix, Mitch Mitchel, Billy Cox, Juma Sultan, e Jerry Velez. A performance em Woodstock foi coroada pela versão renegada de “Star and Spangled Banner”, o que levou a audiência, toda coberta em lama, a loucura. Após o Woodstock Jimi formou o Band of Gypsys junto com o mega-baterista-cantor Buddy Miles e o parceiro Bily Cox. O Band of Gypsys era o prosseguimento do trabalho realizado em Woodstock, porém, em menor escala.

Incansável em busca de sua nova música Jimi Hendrix também estava focado num outro sonho chamado Electric Lady Studio. Idealizado no início de 69 o estúdio demorou mais de 1 ano para ser construído e teve um custo de cerca de 1 milhão de dólares. Parte deste dinheiro veio a empréstimo da sua gravadora. Era simplismente o primeiro grande estúdio comercial de Nova Yorque. Nele Hendrix estava em paz, virava noites gravando o que seria seu 4º álbum junto com Billy Cox e Mitch Mitchel, o que seria a volta da "Experience", mas as coisas não deram certo. Na festa de inauguração Hendrix estava chateado por estar numa fase ruim com uma de suas namoradas, endividado com o estúdio e pelo fato de ter que ir a Inglaterra honrar compromissos de show. Uma guerra de comida na inauguração foi a gota d'água para Hendrix deixar o estúdio pela última vez. Após este episódio Hendrix fez apresentações na Grã-Bretanha, na Escandinávia e na Alemanha, incluindo um show épico e intermitentemente brilhante para 600 mil pessoas no festival da Ilha de Wright. Infeliz com os shows e preocupado com Cox, que estava doente Jimi cancelou as datas restantes. Morreu em Londres, durante o sono, em 18 de setembro. A causa oficial da morte foi "inalação de vômito devido a intoxicação por barbitúricos". Em 2009, o ex-roadie de Hendrix James 'Tappy' Wright lançou o livro "Rock Roadie" onde afirma ter ouvido em 1971 uma declaração do então empresário de Hendrix "Michael JeffreyJeffrey morreu 2 anos após Hendrix num acidente de avião.

O que vale para nós, fãs da música de Hendrix é escutar e celebrar. Está previsto para 2010 o lançamento de 2 filmes relacionados a Hendrix, recentemente foi lançado o Valleys Of Neptune com regravações e sobras de estúdio. Durante todo o ano de 2010 está acontecendo nos EUA o Experience Hendrix Tour e a Trench acaba de lançar a promoção do vale Hendrix.



(retirado do blog da loja TrenchTown)



sábado, 4 de setembro de 2010

Promessas

Ouço as suas promessas
Já acreditei nelas
Não acredito mais
Neste sorriso sagaz
Já morri de desgosto
Por seus desejos, sofro
Dos beijos, um retrato
Das mentiras, meu passado
Não lhe quero mais
Sigo sozinho em paz
As dores cicatrizaram
Olho em frente e não paro
Coloco minhas cartas
E pago pra ver

terça-feira, 3 de agosto de 2010

História - Camisa de Vênus

Foi criada em Salvador quando Marcelo Nova (vocal), Robério Santana (Baixo), Karl Franz Hummel (guitarra base), Gustavo Mullen (Guitarra solo) e Aldo Machado (Bateria) se reuniram em 1980. A primeira apresentação foi em maio de 1982, em Salvador, e o lançamento do primeiro compacto, Meu Primo Zé e Controle total, aconteceu no mesmo ano. O primeiro álbum, Camisa de Vênus, foi lançado em 1983 pela Som Livre.

Em 1983 o Camisa de Venus se muda para São Paulo e assinam contrato com a Som Livre. O nome da banda era considerado "indecente" por muitos, sendo assim a divulgação em rádio e televisão seria inviavel. Diretores da Som Livre chamaram os membros da banda para uma reunião e sugeriram a mudança do nome da banda, Marcelo nova disse que mudaria o nome sim, e sugeriu que o novo nome da banda fosse "capa de pica'.O Camisa de Vênus foi expulso da gravadora após essa reunião. A gravadora também retirou o disco de catálogo e, por mais de um ano, a banda ficou sem gravadora. Em 1985, assinaram com a RGE, que relançou o primeiro disco da banda. Ainda em 1985, foi lançado Batalhões de estranhos, nesse disco o Camisa divulga o single Eu não matei Joanna d'Arc.

A banda lotava ginásios em todo o país e em Santos, litoral de São Paulo, gravaram o disco ao vivo, Viva, no Clube Caiçara, de 1986, o disco foi basicamente o registro de um show do Camisa, foi um marco na historia do rock nacional, o primeiro Ao Vivo realmente ao vivo, com microfonia, ecos e muitos palavroes. O disco fez muito sucesso, mas logo foi retirado das lojas pela censura. Ainda em 1986 assinaram um novo contrato com a WEA e lançaram o álbum Correndo O Risco, do qual Só o fim se tornou um hit. Neste mesmo disco o Camisa, uma banda de origem punk, convida uma orquestra para participar da canção " A ferro e fogo", algo completamente inusitado.

Em outubro de 1987 foi lançado o álbum duplo Duplo Sentido. Esse álbum conta com a participação especial de Raul Seixas, na música "Muita estrela pouca constelação" que retrata o cenário musical da época. Em novembro, Marcelo Nova deixou a banda, para investir em sua carreira solo, nesse período realiza um antigo sonho de sair em turnê com seu grande ídolo e amigo Raul Seixas, a parceria fez tanto sucesso que originou um disco: A panela do diabo, que foi um marco na carreira dos dois artitas. Entretanto Raul não pôde usufruir do resultado deste trabalho, pois morreu em Agosto de 1989. Em 1995, o Camisa voltou a se apresentar com uma formação diferente, que lançou o último álbum, Quem é você?.

Após o fim da banda em 1998, o Camisa voltou a se reunir em algumas ocasiões.Em 2004, com a participação da banda no Festival de Verão de Salvador, onde a banda gravou o seu primeiro DVD, em 2007 com alguns shows pelo Brasil, e agora em 2009, a banda anuncia a volta oficial, porém, não contam com a presença do vocalista Marcelo Nova e nem do baterista original Aldo Machado. Ambos foram substituidos por Eduardo Scott (ex-Gonorréia) nas vozes, e Louis Bear na bateria. Atualmente a banda se anunciou estar trabalhando para lançar um disco de inéditas para 2011.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Camisa_de_Vênus

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sonhos: que bom poder sonhar

  SONHOS


Primeiro, é preciso sonhar,
Depois acreditar,
Acreditar muito
No sonho que sonhar.


E de repente...
Acontecerá,
O sonho se realizará!
Chegará, assim, sem anúncio,
Com prenúncio de quem quer ficar,
E ficará!


Mas, primeiro, é preciso sonhar,
Depois acreditar no sonho,
Investir nele, para que passa vir a ser
Um sonho real.
Porque ser é ainda melhor,
Muito melhor do que apenas sonhar.

E, é por sonhos que nos tornamos vida!
É por sonhos que construímos realidades!

     Edmar Henrique Rabelo (Poeta)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O ídolo de Bob Marley

Entre as oportunidades que a carreira de jogador de futebol lhe proporcionou, Paulo Cézar destaca as amizades. Ele falou da experiência inédita e da relaçaõ com o ídolo do reggae Bob Marley.

“Um dia eu estava treinando no Vasco, em São Januário, e apareceu a Glória Maria falando que tinha acabado de chegar ao Rio um grande artista do reggae: o Bob Marley”. Paulo Cézar conta que a primeira pergunta que a repórter fez ao músico foi o que ele gostaria de fazer na cidade maravilhosa durante a viagem. “Ele respondeu que queria passar a semana com um de seus ídolos da seleção de 70, o Paulo Cézar Lima. Então, ela me retirou do treino e nós fomos para o Copacabana Palace, que era o hotel em que ele estava hospedado”.

O roteiro turístico pela capital carioca incluiu uma partida de futebol no Politheama – time de Chico Buarque de Holanda. Na equipe de Bob Marley jogaram: Junior Marvin, Caju, Toquinho, Chico Buarque e Jacob Miller. O time adversário foi composto por Alceu Valença, Chicão (músico da banda de Jorge Ben Jor) e mais quatro funcionários da gravadora.

O placar da partida foi 3 a 0 – com gols de Caju, Bob Marley e Chico. O gol mais comemorado por Bob foi o feito por Caju. O músico chegou a manifestar sua admiração pelo jogador: "Sou fã de seu futebol".
“Foi uma coisa maravilhosa. Ele era uma figura linda. Não tem como não se emocionar” afirmou Caju.

Por Humberto Alencar e Mariana Viel

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Música do Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A música do Brasil formou-se, principalmente, a partir da fusão de elementos europeus e africanos, trazidos respectivamente por colonizadores portugueses e pelos escravos.

Até o século XIX Portugal foi a porta de entrada para a maior parte das influências que construíram a música brasileira, erudita e popular, introduzindo a maioria do instrumental, o sistema harmônico, a literatura musical e boa parcela das formas musicais cultivadas no país ao longo dos séculos, ainda que diversos destes elementos não fosse de origem portuguesa, mas genericamente européia. A maior contribuição do elemento africano foi a diversidade rítmica e algumas danças e instrumentos, que tiveram um papel maior no desenvolvimento da música popular e folclórica, florescendo especialmente a partir do século XX. O indígena praticamente não deixou traços seus na corrente principal, salvo em alguns gêneros do folclore, sendo em sua maioria um participante passivo nas imposições da cultura colonizadora.
Ao longo do tempo e com o crescente intercâmbio cultural com outros países além da metrópole portuguesa, elementos musicais típicos de outros países se tornariam importantes, como foi o caso da voga operística italiana e francesa e das danças como a zarzuela, o bolero e habanera de origem espanhola, e as valsas e polcas germânicas, muito populares entre os séculos XVIII e XIX, e o jazz norteamericano no século XX, que encontraram todos um fértil terreno no Brasil para enraizamento e transformação.

Com o importante influxo de elementos melódicos e rítmicos africanos, a partir de fins do século XVIII, a música popular começa a adquirir uma sonoridade caracteristicamente brasileira. Na música erudita, contudo, aquela diversidade de elementos só apareceria bem mais tarde. Assim, naquele momento, tratava-se de seguir - dentro das possibilidades técnicas locais, bastante modestas em relação aos grandes centros europeus ou mesmo em comparação com o México e o Peru - o que acontecia na Europa e, em grau menor, na América espanhola. Uma produção de caráter especificamente brasileiro na música erudita só aconteceria após a grande síntese realizada por Villa Lobos, já em meados do século XX.

sábado, 5 de junho de 2010

Canta que os males espanta...

Numa tentativa de eliminar o estresse, quatro amigos, reunem-se uma vez por semana para tocar!!! Todos são amadores. Sem maiores ambições!!! Apenas com um único objetivo: Se divertir.